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	<title>João Paulo</title>
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		<title>João Paulo</title>
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		<title>Tributo ao profissional que foi amado por adversários, concorrentes e amigos</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 00:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Cosme Rímoli O único motivo de orgulho do palmeirense dos anos 2000 acabou. E da maneira mais deprimente possível. Como virou marca registrada do clube, sem festa, expectativa. Marca registrada dessa incompetente diretoria. Nunca o adeus deveria ter partido [...] da boca de César Sampaio. Mas de quem viveu, sofreu e comemorou tanto pelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=442&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Cosme Rímoli</p>
<p><strong><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2012/01/sm.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-443" title="SM" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2012/01/sm.jpg?w=150&#038;h=106" alt="" width="150" height="106" /></a>O único motivo de orgulho do palmeirense dos anos 2000 acabou.</strong></p>
<p><strong>E da maneira mais deprimente possível.</strong></p>
<p><strong>Como virou marca registrada do clube, sem festa, expectativa.</strong></p>
<p><strong>Marca registrada dessa incompetente diretoria.</strong></p>
<p>Nunca o adeus deveria ter partido [...]</p>
<p><span id="more-442"></span></p>
<p>da boca de César Sampaio.</p>
<p>Mas de quem viveu, sofreu e comemorou tanto pelo Palmeiras.</p>
<p>Marcos parou porque não combinava com tanta decadência.</p>
<p>Nem Leão ou Oberdan Cattani tiveram tanta identificação com o clube.</p>
<p>Com a torcida.</p>
<p>Marcos era todo errado para o futebol moderno, sincero demais.</p>
<p>Sem frases feitas.</p>
<p>Dispensava assessores de imprensa.</p>
<p>Não conseguia se calar diante das injustiças.</p>
<p>Comprou brigas que não eram suas.</p>
<p>Tomou cafezinho durante jogo.</p>
<p>Fez defesas absurdas.</p>
<p>Falhou poucas e inesquecíveis vezes.</p>
<p>Nunca se escondeu, culpou a bola, o gramado.</p>
<p>Se o time era ruim, dizia e ponto final.</p>
<p>E como pegou times ruins que o Palmeiras montou nos últimos anos&#8230;</p>
<p>Acompanhei de perto a maior parte de sua carreira.</p>
<p>Aprendi a respeitá-lo como nunca respeitei nenhum jogador.</p>
<p>Sua sinceridade era cativante.</p>
<p>Jogador de caráter único.</p>
<p>O primeiro contato que tive com ele foi há exatos 19 anos.</p>
<p>Quando começava sua carreira no Palmeiras.</p>
<p>Ele era o terceiro goleiro do time que tinha Velloso como titular.</p>
<p>A equipe estava em Atibaia concentrada.</p>
<p>Naquele tempo a imprensa podia ficar no mesmo hotel.</p>
<p>Acordo de manhã e vou para o treinamento.</p>
<p>Me assusto com o que escuto.</p>
<p>&#8220;Vai tomar no &#8230;</p>
<p>Filha da p&#8230;</p>
<p>Eu tinha dito que esta porra não estava curada.&#8221;</p>
<p>Era um goleiro de mullet, cabelo comprido atrás, moda nos anos 80.</p>
<p>Ele xingava os médicos e pulava em um pé só.</p>
<p>O seu tornozelo estava inchado.</p>
<p>&#8220;Esse é um louco, mas será um dos melhores goleiros da história do Palmeiras.</p>
<p>Se não for para o hospício&#8221;, vaticinava Valdir Joaquim de Morais.</p>
<p>Excepcional arqueiro da história do clube.</p>
<p>E primeiro preparador de goleiros da história.</p>
<p>Pude acompanhar por décadas o talento e a caipirice de Marcos.</p>
<p>Corintiano na infância, tinha um prazer a mais em jogar contra o clube que amava.</p>
<p>&#8220;Aprendi a amar o Palmeiras.</p>
<p>Amor novo é muito melhor&#8221;, dizia, quando provocado.</p>
<p>Ele não podia negar a primeira paixão, revelada para a imprensa por seus pais.</p>
<p>Mas pelo Palmeiras ele foi além do que se esperava de um goleiro profissional.</p>
<p>Foi além do seu corpo.</p>
<p>Teve dores lancinantes.</p>
<p>Joelho, bacia, ombro, punho.</p>
<p>Tomou infiltrações, chorou no vestiário.</p>
<p>Disfarçava.</p>
<p>&#8220;Eu não consigo fechar a mão esquerda.</p>
<p>Também, que se foda, não sou costureira.</p>
<p>Sou goleiro&#8221;, desabafou em uma conversa descontraída.</p>
<p>Esse foi um dos motivos que o fizeram não ir para o Arsenal em 2003.</p>
<p>Foi um dos motivos.</p>
<p>O outro foi o apego aos pais em Oriente, sua caipirice e seu amor ao Palmeiras.</p>
<p>&#8220;Aqui eu me sinto em casa.</p>
<p>Vou ter um intérprete grudado em mim.</p>
<p>Passar frio, não saber nem o que comer.</p>
<p>O Palmeiras me deu um aumentinho, está ótimo.</p>
<p>A Inglaterra não precisa de mim.</p>
<p>E eu não preciso da Inglaterra.</p>
<p>Tenho o Palmeiras.&#8221;</p>
<p>Marcos sempre foi sincero demais.</p>
<p>Até se prejudicar.</p>
<p>Teve uma séria crise respiratória no Palmeiras.</p>
<p>Ficou vários jogos sem poder jogar.</p>
<p>Descobri que estava fumando, o que sempre fez.</p>
<p>Publiquei a notícia, ele ficou irritado, pensei que haveria briga, desmentido.</p>
<p>&#8220;É verdade.</p>
<p>Vou fazer o quê?</p>
<p>Talvez fumar um pouco menos&#8221;, disse ao dirigente do Palmeiras que pediu o desmentido que nunca houve.</p>
<p>Vanderlei Luxemburgo, Muricy e, principalmente, Felipão passaram pelo mesmo drama com ele.</p>
<p>&#8220;Não dá para calar o Marcão.</p>
<p>Ele não se controla.</p>
<p>Não esconde um problema.</p>
<p>Parece um torcedor no gol do Palmeiras.</p>
<p>Eu já desistir de mandar que ele cale a boca.</p>
<p>Ninguém cala o Marcão.</p>
<p>Nem eu&#8221;, jogava a toalha, Luxemburgo.</p>
<p>Ele teve uma proposta que seria irrecusável do Corinthians.</p>
<p>Jantou em 2005 com Kia Joorabchian.</p>
<p>Poderia ganhar pelo menos o triplo que recebia no Palmeiras.</p>
<p>Kia queria o melhor goleiro do Brasil.</p>
<p>Marcos falou que iria pensar e no dia seguinte daria a resposta ao iraniano.</p>
<p>O seu contrato estava acabando no Palestra Itália.</p>
<p>Era só ir embora e ganhar mais.</p>
<p>&#8220;Eu fiquei acordado a noite inteira.</p>
<p>Pensei bem, e cheguei à conclusão que a torcida do Palmeiras iria me matar.</p>
<p>Eu se fosse torcedor também iria me matar.</p>
<p>Pensei bem e achei que não valia a pena me vender por um pouco a mais de dinheiro.</p>
<p>Ganhei uma merreca de aumento e fiquei.</p>
<p>Sabia que estava no lugar certo.&#8221;</p>
<p>Outra mostra de coragem foi no rebaixamento do Palmeiras.</p>
<p>Fluminense, Vasco, Internacional, Cruzeiro tentaram convencê-lo a não disputar a Segunda Divisão.</p>
<p>Não combinava com goleiro pentacampeão do mundo.</p>
<p>Mas ele não quis nem saber.</p>
<p>Jogou em campos de dar vergonha em Ricardo Teixeira.</p>
<p>Comparou a pastos, sem o menor constrangimento.</p>
<p>E foi figura importantíssima na volta para a Série A.</p>
<p>&#8220;Fui para o inferno com o Palmeiras.</p>
<p>Não poderia fugir, virar as costas.</p>
<p>Me ralei todo em campos sem grama, mas voltamos.</p>
<p>Foi bom para aprender como é o inferno&#8221;, brincou.</p>
<p>As histórias de Marcos se sucedem na lembrança.</p>
<p>Sem ordem cronológica.</p>
<p>Quando defendeu o pênalti de Marcelinho Carioca que levou o Palmeiras à decisão da Libertadores.</p>
<p>&#8220;Foi foda.</p>
<p>Sabia onde ele iria cobrar.</p>
<p>Tinha certeza que defenderia.</p>
<p>O nosso time era muito pior do que o do Corinthians.</p>
<p>Mas a nossa torcida precisava ter o gostinho de tirá-los da final da Libertadores.</p>
<p>Foi uma das maiores alegrias da minha vida.&#8221;</p>
<p>No logo depois de uma disputa de pênaltis que vi Marcos tremer de alegria.</p>
<p>&#8220;Ser campeão da Libertadores é bom demais.</p>
<p>A primeira da história do Palmeiras.</p>
<p>Esse clube é sofrido demais.</p>
<p>Falam do Corinthians, mas aqui a gente sofre demais.</p>
<p>A nossa torcida é muito exigente, carente, sei lá.</p>
<p>Chega a ser apaixonada demais.</p>
<p>Aqui é céu ou inferno.</p>
<p>No inferno é um terror.</p>
<p>Mas no céu é mesmo o paraíso.</p>
<p>Não me lembro de estar tão feliz no futebol&#8221;, dizia com a faixa de campeão da Libertadores, em 1999.</p>
<p>Chorou também e muito depois da decisão do Mundial de Clubes.</p>
<p>Ele falhou feio no gol do Manchester United.</p>
<p>&#8220;Foi a primeira vez que ouvi para valer um conselho de um treinador.</p>
<p>O Felipão falou, mostrou teipe, insistiu que os putos só cruzavam no primeiro pau.</p>
<p>Eu dei dois passos para ir para a bola e ela veio no segundo, atrás de mim.</p>
<p>E quando vi o cara chegando para marcar, pensei: &#8220;Meu Deus&#8230;&#8221;</p>
<p>Eu queria me enfiar em um buraco.</p>
<p>Para piorar de vez, o nosso time perdeu uns três gols.</p>
<p>Fiquei para a história como o vilão da final do Mundial do Palmeiras.</p>
<p>Só comigo acontece essas porras.</p>
<p>Herói, santo na final da Libertadores.</p>
<p>E depois o vilão do Mundial.</p>
<p>Eu não merecia isso&#8221;, desabafou.</p>
<p>Soube que ele passou a noite inteira depois da decisão contra o Manchester United chorando.</p>
<p>Mas o destino lhe deu a chance de se vingar dos ingleses, do mundo.</p>
<p>Na Copa do Mundo de 2002.</p>
<p>&#8220;O Felipão foi foda.</p>
<p>Falou que eu seria o goleiro dele e ponto final.</p>
<p>Nossa, não sei o que me deu.</p>
<p>Eu fiquei tão contente, tão confiante que tinha de ganhar aquela Copa.</p>
<p>Não perderia de novo um Mundial.</p>
<p>O time era sensacional, mas sei que dei a minha ajudinha.&#8221;</p>
<p>A partida que ele mais gostou foi a que culminou com a eliminação da Inglaterra.</p>
<p>&#8220;Deu mesmo um gostinho especial.</p>
<p>Esses ingleses me fizeram sofrer demais em 1999.</p>
<p>Demorou três anos, mas dei o troco.&#8221;</p>
<p>Voltamos juntos para o Brasil, no mesmo voo.</p>
<p>Ele estava completamente encantado.</p>
<p>&#8220;Ainda não acredito.</p>
<p>Parece que foi um filme, um sonho, sei lá.</p>
<p>Não acredito que eu sou campeão do mundo.</p>
<p>Parece mentira, uma pegadinha.</p>
<p>Não acredito que eu mereço tanto.&#8221;</p>
<p>Encontrei Marcos novamente na saída de um banco.</p>
<p>Na agência que os torcedores bateram em Vagner Love.</p>
<p>&#8220;Eu não estou aguentando mais de tanta dor.</p>
<p>Cada treino é um sacrifício para mim.</p>
<p>Principalmente o joelho esquerdo.</p>
<p>Fico triste pelo Palmeiras não estar bem.</p>
<p>Queria encerrar a minha carreira com uma grande festa.</p>
<p>Com o time campeão, todos felizes.&#8221;</p>
<p>Mas esse último pedido ao destino não foi realizado.</p>
<p>O joelho esquerdo está em petição de miséria.</p>
<p>Depois de cada treino, ele incha pedindo clemência.</p>
<p>A incompetente atual diretoria queria que sua despedida fosse contra o Ajax.</p>
<p>Coisa improvisada, agora em janeiro.</p>
<p>Chegou o seu recado, sincero.</p>
<p>Ele não quis, de jeito nenhum.</p>
<p>Há a versão que soltou alguns palavrões.</p>
<p>A mensagem chegou.</p>
<p>Foi entendida.</p>
<p>Marcos quer dois meses para férias e se preparar para o seu último jogo.</p>
<p>Por mais incompetentes que sejam, os dirigentes vão organizar uma festa digna.</p>
<p>É o mínimo que ele merece.</p>
<p>O goleiro de melhor personalidade, mais sincero a vestir a camisa palmeirense.</p>
<p>De tanto talento, coração.</p>
<p>Marcos não merecia menos.</p>
<p>Por maior que seja a estátua no Palestra Itália, ela será pequena.</p>
<p>Diante de uma carreira tão brilhante com a camisa 12.</p>
<p>Marcos era a única coisa boa no atual Palmeiras.</p>
<p>Tristes torcedores do time verde.</p>
<p>Perderam o maior motivo de ir ao estádio.</p>
<p>Mas vão poder desafiar para sempre os rivais.</p>
<p>Ninguém teve Marcos.</p>
<p><strong>Só o Palmeiras&#8230;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cosme Rimoli trabalhou 22 anos no Jornal da Tarde. Começou com o blog no Uol, no início de 2009. Em sete meses, teve mais de 11 milhões de acessos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/442/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=442&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A CAVERNA</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 14:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ALEGORIA DA CAVERNA (adaptações: Paulo A. Duarte &#8211; Professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina) paduarte45@yahoo.com.br &#160; Imagine um grupo de pessoas que habita o interior de uma caverna subterrânea, estando todas de costas para a [...] [...] entrada da caverna e acorrentadas pelo pescoço e pés, de sorte que tudo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=434&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/alegoria-da-caverna.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-435" title="alegoria-da-caverna" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/alegoria-da-caverna.jpg?w=150&#038;h=131" alt="" width="150" height="131" /></a>ALEGORIA DA CAVERNA (adaptações: Paulo A. Duarte &#8211; Professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina) <a href="mailto:paduarte45@yahoo.com.br">paduarte45@yahoo.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagine um grupo de pessoas que habita o interior de uma caverna subterrânea, estando todas de costas para a [...]</p>
<p><span id="more-434"></span></p>
<p>[...] entrada da caverna e acorrentadas pelo pescoço e pés, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este �teatro de sombras�. E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe. Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. E o que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro? Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede. Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; é a única verdade que existe; é a realidade. Por fim, acabam matando aquele que retornou para dizer-lhes um monte de &#8220;mentiras&#8221;. ========== REFLEXÃO: Por meio desta parábola, relatada por Platão, podemos refletir um pouco acerca do que entendemos por verdade. Será que nossas verdades são as �sombras� que se encontram em nossa frente? Será que nossas verdades se resumem apenas ao que percebemos com nossos cinco sentidos? Quando acreditamos apenas no que conseguimos ver, ficamos dentro das muralhas de nossa existência, de nossos sentidos, percepções, conceitos e preconceitos. Precisamos tomar cuidado para não aniquilarmos prematuramente o que ainda não vemos. Pode ser que se perca uma ótima oportunidade de ampliar nossos conhecimentos. Acreditar nas &#8220;sombras&#8221; é um péssimo hábito que, infelizmente, está muito presente também no mundo da ciência.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/434/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=434&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O sonho de Svetlana</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e [...] [...] tudo mais era sacrificado pelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=428&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/sapatilha-de-ponta1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-429" title="sapatilha-de-ponta[1]" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/sapatilha-de-ponta1.jpg?w=121&#038;h=150" alt="" width="121" height="150" /></a>Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e [...]</p>
<p><span id="more-428"></span></p>
<p>[...] tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.<br />
Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou:<br />
&#8220;Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?&#8221; Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele &#8220;Não&#8221; deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer seu alongamento em frente ao espelho. Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.<br />
&#8220;Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes&#8221;, respondeu o Sr. Davidovitch. &#8220;Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!&#8221; Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder: &#8220;Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa.&#8221;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/428/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=428&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ética, essência da liderança</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[“Patrícia, de 47 anos, era conhecida por uma atuação dura como juíza. Era rigorosa na hora de inquirir os réus e dava celeridade aos processos. Por princípio, considerava o crime cometido por um policial durante o serviço mais grave que o praticado por um cidadão comum.” Acostumados que estamos a acompanhar os fracassos, a morosidade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=424&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/marisa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-425" title="marisa" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/09/marisa.jpg?w=100&#038;h=150" alt="" width="100" height="150" /></a>“Patrícia, de 47 anos, era conhecida por uma atuação dura como juíza. Era rigorosa na hora de inquirir os réus e dava celeridade aos processos. Por princípio, considerava o crime cometido por um policial durante o serviço mais grave que o praticado por um cidadão comum.” Acostumados que estamos a acompanhar os fracassos, a morosidade e a complacência do nosso sistema judiciário, ler o parágrafo acima “lavaria a alma” da maioria dos brasileiros que clamam por [...]</p>
<p><em>Por Marisa Eboli, Dra.</em></p>
<p><span id="more-424"></span></p>
<p>[...] ética, por justiça e por um passa fora definitivo à corrupção. Infelizmente, no entanto, o texto foi dramaticamente aumentado.</p>
<p>Vejamos: “Patricia Acioli, de 47 anos, brutalmente assassinada quando retornava para sua casa em Niterói (RJ), era conhecida por uma atuação dura contra a ação de grupos de extermínio na região de São Gonçalo, onde era juíza na 4ª Vara Criminal desde 1999. Era rigorosa na hora de inquirir os réus e dava celeridade aos processos e, por princípio, considerava o crime cometido por um policial durante o serviço mais grave que o praticado por um cidadão comum.</p>
<p>Recentemente, havia prendido quatro milicianos e o maior bicheiro de São Gonçalo. Estava na lista negra de um chefe de um grupo de extermínio&#8230;” Apesar da tristeza que uma situação desta gera, especialmente para os familiares, é inquestionável que o comportamento profissional de Patrícia não deveria ter sido outro, ainda que para não colocar sua vida em risco. Ela foi impecável! Os outros é que parecem não ter sido. Tomara ao menos haja justiça para honrá-la! Tal fato é curioso e surpreendente, pois mesmo entre várias pessoas corretas e de bem que conheço não é raro escutarmos comentários do tipo: “Está vendo só, não adianta, quer ser mais realista que o rei, paga com a vida!”.</p>
<p>Frágil. Abrir mão da ética e de princípios para evitar problemas é um argumento tão consistente, na minha opinião, quanto dizer que você deve arrancar todos os dentes para não ter dor de dente nem ter de pagar a conta do dentista! No cotidiano corporativo, muita gente é “alvejada”, “metralhada”, “eliminada” no exercício de suas funções porque é exigente, “não dá mole”, não é conivente, não participa de “panelinhas”, mas é uma opção de vida pessoal e profissional a retidão! E posso garantir que ela hoje tem muito valor no mercado de trabalho. Em qualquer carreira, seja na esfera pública ou privada, ter uma atuação pautada por princípios éticos e valor e sé a base para uma carreira bem sucedida e sustentável. Talvez aí esteja a essência da liderança, pois a busca da liderança é, inicialmente, uma busca interior para descobrir quem você é. Líderes são pessoas intradeterninadas, orientadas pelos seus próprios valores e ideais, que frequentemente agem em rompimento com a situação, na direção de alcançar seus objetivos. Filosófico demais? Nem tanto&#8230;</p>
<p>Uma rápida passada de olhos pela programação preliminar do Seminário de Liderança de Aspen que ocorrerá neste mês no The Aspen Institute, Estados Unidos, um centro de excelência de classe mundial, pode dar uma dimensão da importância da filosofia e das humanidades na formação de executivos. Será uma semana inteira com uma árdua agenda de leituras, discussões e reflexões que inclui, entre outros autores: Aristóteles, Thomas Hobbes, Charles Darwin, Jean Jacques Rousseau, John Locke, Simón Bolívar, Simone de Beauvoir, Martin Luther King, Jr., Alexis de Tocqueville, Niccolò Machiavelli e Platão. Talvez isso ajude a explicar a razão pela qual empresários americanos e europeus estão propondo que eles próprios paguem mais impostos para colaborar com a superação da crise em seus países. Talvez&#8230; A eficácia do líder repousa em sua habilidade de tornar as atividades significativas para aqueles que as executam.</p>
<p>Para que as pessoas se engajem com outras de tal forma que líderes e seguidores elevem uma o outro a níveis mais altos de motivação e de moral, é crucial que estejam alinhadas por valores e princípios sólidos. Enfim, não é abrindo mão de valores e princípios que formaremos líderes e construiremos uma carreira sólida e uma sociedade melhor. Ao contrário: eles são essenciais para moldar o caráter, que permitirá que atuemos como cidadãos preocupados não só com o bem-estar individual, mas como coletivo também! Este foi o verdadeiro exercício de cidadania da juíza Patrícia Acioli.</p>
<p>MARISA EBOLI &#8211; ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA, É PROFESSORA DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (FEA/USP) E DA FUNDAÇÃO INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO (FIA)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/424/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=424&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Desmistificando o Núcleo Docente Estruturante – NDE: Portaria, Parecer e Resolução</title>
		<link>http://joaopaulobittencourt.wordpress.com/2011/08/30/desmistificando-o-nucleo-docente-estruturante-%e2%80%93-nde-portaria-parecer-e-resolucao/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 13:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mundodosnegocios</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Com aproximadamente dezessete mil resultados na busca do Google, o termo “Núcleo Docente Estruturante”, reconhecido através da sigla NDE, tem representado motivo de preocupação para as Instituições de Ensino Superior (IES), em especial, aquelas de origem privada. Conforme o Parecer CONAES N° 4 de 17 de junho de 2010, o NDE foi um conceito [...] [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=420&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4></h4>
<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/daniel-sperb.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-421" title="Daniel Sperb" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/daniel-sperb.jpg?w=627" alt=""   /></a>Com aproximadamente dezessete mil resultados na busca do Google, o termo “Núcleo Docente Estruturante”, reconhecido através da sigla NDE, tem representado motivo de preocupação para as Instituições de Ensino Superior (IES), em especial, aquelas de origem privada.<br />
Conforme o Parecer CONAES N° 4 de 17 de junho de 2010, o NDE foi um conceito [...]</p>
<p><em>Por Daniel Sperb*</em></p>
<p><span id="more-420"></span></p>
<p>criado pela Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação.</p>
<p>Os Coordenadores de Curso de Graduação precisam estar atentos às questões referentes à composição, titulação e formação acadêmica e regime de trabalho dos integrantes NDE. Também se faz presente a apreensão com relação a manutenção do NDE.</p>
<p>No que tange à relação entre Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e NDE, o Parecer n° 04 descreve que: “[...] se pode evitar que os Projetos Pedagógicos de Cursos (CPC) sejam uma peça meramente documental.” Entende-se, então, que todo curso que tem qualidade possui (ainda que informalmente) um grupo de professores que, poder-se-ia dizer, é a alma do curso. Em outras palavras, trata-se de um núcleo docente estruturante”.</p>
<p>Sobre a obrigatoriedade ou não do NDE, o Parecer n° 04 descreve que “é importante ainda observar que, dentro da tradição bastante burocratizante das instituições de ensino no Brasil, recomendar-se ou, mais ainda, exigir-se a existência de um NDE, tenderia a induzir a definição deste como um órgão deliberativo, o que pode significar a perda da eficácia de suas funções. O NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como elemento diferenciador da qualidade do curso (grifo nosso) no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente e Projeto Pedagógico do Curso”.<br />
Com relação a confusão entre o Colegiado e o NDE, o Parecer n° 04 descreve que [...] o trabalho do Colegiado de Curso (assim como da sua coordenação) não pode ser confundido com o papel de um NDE (grifo nosso). Ambos podem ser exercidos pelas mesmas pessoas, mas normalmente não o são, e isso até enriquece o processo. Assim, esta CONAES entende que o NDE é um bom indicador da qualidade de um curso de graduação e um elemento de diferenciação (grifo nosso) quanto ao comprometimento da instituição com o bom padrão acadêmico.</p>
<p>Após compreender o Parecer n° 04 de 17 de junho de 2010, vamos agora entender melhor a Resolução n°01 de 17 de junho, também de 2010, que resolve:<br />
Art. 1º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.</p>
<p>Parágrafo único. O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.</p>
<p>Art. 2º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:</p>
<p>I – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;<br />
II – zelar pela integração curricuIar interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;<br />
III – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;<br />
IV – zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.<br />
Art. 3º. As Instituições de Educação Superior, por meio dos seus colegiados superiores, devem definir as atribuições e os critérios de constituição do NDE., atendidos, no mínimo, os seguintes:<br />
I – ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso;<br />
lI – ter pelo menos 60% de seus membros com titulaçâo acadêmica obtida em programas de pós- graduação stritco sensu;<br />
III – ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral;<br />
IV – assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.<br />
Compreender os fatores relacionados a legislação educacional é uma tarefa árdua que envolve, além de atenção, muita paciência e reflexão. A diacronia educacional em termos de legislação precisa ser internalizada como base em uma visão sistêmica.<br />
No link abaixo confira um quadro resumo das diferenças entre as descrições dos Instrumentos de Avaliação vigentes desde 2008 que cita a Portaria MEC n° 147 de 2007, para Resolução n°01 de 17 de junho de 2010 que dá suporte aos novos Instrumentos de Avaliação publicada pelo INEP em Nota Técnica de 1º de junho de 2011.</p>
<p>* Daniel Quintana Sperb é Especialista em Gestão Educacional e desenvolve atividades de consultoria na área de Gestão Estratégica da Inovação em Instituições Privadas de Educação Superior (IPES). Atua principalmente, nos seguintes temas: Planejamento Estratégico da Inovação, Modelagem Organizacional, Balanced Scorecard (BSC), Governança Corporativa, Student Relationship Management (SRM), Pensamento Complexo e Sistemas Dinâmicos. Tem experiência na preparação de Cursos de Graduação para Avaliações In Loco e no desenvolvimento de técnicas de alavancagem de resultados visando ENADE, CC, CPC e IGC. Atualmente está vinculado ao UniRitter Laureate International Universisites.</p>
<p>Daniel Quintana Sperb*</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/420/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=420&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Afastamento por estresse cresce 28%</title>
		<link>http://joaopaulobittencourt.wordpress.com/2011/08/23/afastamento-por-estresse-cresce-28/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Segundo a Previdência, 109 mil obtiveram licença em decorrência do problema no 1º semestre contra 85 mil em igual período de 2010. O filósofo Bertrand Russel considerava que o ideal da vida não seria o desintegrar- se completamente pelo trabalho, mas sim, o desfrutar da liberdade dos momentos de folga. Em oposição ao ditado – [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=415&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/gervasio-lider4.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-416" title="Gervasio Lider4" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/gervasio-lider4.jpg?w=150&#038;h=100" alt="" width="150" height="100" /></a>Segundo a Previdência, 109 mil obtiveram licença em decorrência do problema no 1º semestre contra 85 mil em igual período de 2010.</em><br />
O filósofo Bertrand Russel considerava que o ideal da vida não seria o desintegrar- se completamente pelo trabalho, mas sim, o desfrutar da liberdade dos momentos de folga. Em oposição ao ditado – o trabalho enobrece o homem-Russel sentenciava: [...]</p>
<p><span id="more-415"></span></p>
<p>“Sem a classe ociosa, a humanidade nunca teria saído da barbárie”. Outros pensadores defenderam o ócio ou a redução da jornada de trabalho, como essencial para gerar grandes idéias e ser feliz. Mas para sobreviver, a humanidade precisa trabalhar cada vez mais e melhor. </p>
<p>Sob a espada da produtividade, os trabalhadores sofrem de doenças decorrentes de estresse. Só no primeiro semestre de 2011 a Previdência concedeu 109 mil auxílios-doença a trabalhadores que sofreram sequelas do estresse. No mesmo período de 2010 foram mais de 85 mil casos. Ou seja, houve um aumento de mais de 28%. Estudo da representação brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR),umaassociaçãointernacional dedicada à prevenção e estudo do estresse,com sede em 12 países, indica que 70% da população economicamente ativa no Brasil está estressada.</p>
<p>O esgotamento físico e mental, conhecido por estresse, é consequência das condições de trabalho o mercado corporativo brasileiro. Medo da demissão, pressões dos superiores, alta competição, busca de lucro e eficácia, falta de valorização, baixos salários e, em algumas profissões, o risco de morte, deixam trabalhadores apavorados. </p>
<p>Diante desse quadro, o trabalho que deveria ser fonte de prazer e satisfação, passa a ser local de dor e sofrimento. É o caso do bancário M. Após sofrer cinco assaltos no trabalho em 20 anos de carreira, ele adoeceu e ficou de licença por três anos. “O quinto assalto foi muito violento, na hora da fuga houve um tumulto e o ladrão disparou várias vezes em minha direção, escapei por sorte e entrei em choque.” M. foi diagnosticado como portador de transtorno pós-traumático gravíssimo. No período De afastamento tentou o suicídio algumas vezes. “Eu não suportava mais ficar em casa, é muito doloroso se sentir inútil. Durante as perícias médicas, me sentia humilhado, já que o médico deixava subentendido que eu não voltava ao trabalho por ser preguiçoso. Fui muito maltratado.” No retorno teve de conviver com perseguição e ‘brincadeiras’ nas quais era chamado de louco, porque tomava remédios de tarja preta. “Agora, estou numa equipe mais equilibrada e as pessoas me respeitam. Mas tenh o colegas com muitos anos de casa que estão pedindo demissão por não suportarem mais as cobranças de metas cada vez maiores.” Além do prejuízo à saúde e às empresas, o estresse e o consequente adoecimento do empregado representam um gasto adicional à Previdência, que até junho deste ano desembolsou R$ 147 milhões em auxílio-doença para portadores desse tipo de distúrbio.</p>
<p>Para a doutora em psicologia Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR, as empresas não dão a devida atenção ao assunto. “Elas estão conscientes do problema e sentem o impacto negativo que os afastamentos acarretam,mesmo assim apenas 5% das empresas promovem ações adequadas para gerenciar as emoções de seus funcionários.” Empresas que oferecem medidas paliativas como ginástica laboral, estão aplicando prevenção secundária, segundo Ana Maria. “Mais importante seria focar na prevenção primária”, afirma. Carga horária. Para a presidente da ISMA- BR as empresas precisam respeitar o horário de trabalho dos empregados.</p>
<p>“Pessoas que ocupam cargo de gerência costumam trabalhar, em média, 13 horas diárias. Muitos se sentem intimidados em sair do trabalho no horário correto.Com jornadas cada vez mais extensas o profissional se sente culpado por não conviver com seus familiares, ou por não realizar outras atividades. É preciso desmistificar a ideia de que é positivo ter profissionais ‘multi tarefeiros’, porque isso causa desgaste e aumenta a margem de erros”, diz. </p>
<p>Operador de telemarketing, um dos cargos mais estressantes no mercado de trabalho, Jamil de Carvalho não aguentou o baque. “Já trabalhei em várias empresas de telemarketing, mas nunca vivi uma pressão tão grande como nesta, da qual estou me demitindo. Eles gritam e xingam os operadores, nos obrigam a assumir erros da empresa e aplicam inúmeras advertências para gerar demissão por justa causa”, desabafa o trabalhador. Sobre a inabilidade dos superiores com seus subordinados, o diretor do departamento de políticas e saúde e segurança ocupacional do Ministério da Previdência, RemígioTodeschini, afirma ser preciso retirar fatores negativos do ambiente de trabalho:“Chefes autoritários e cobradores, também chamados de chefes ‘tóxicos’,minam a auto estima dos empregados. É preciso promover programas de qualidade devida e de valorização dos profissionais, dando chances de ascensão”.E acrescenta: “Antes, a doença ocorria por problemas físicos. Hoje, vemos o crescimento de doenças men tais e comportamentais.”</p>
<p>Mudança de hábito é remédio indicado Veja algumas dicas que podem aliviar o estresse:</p>
<p>- Mudança de comportamento e cuidados com a alimentação <br />
- Praticar atividade física, adotar um hobby, exercitar técnicas de relaxamento e fazer seções de acupuntura, são dicas que podem aliviar os sintomas<br />
- Aprender a lidar com as diferentes personalidades no trabalho é essencial para sobreviver<br />
no ambiente corporativo <br />
- Modificar a rotina de trabalho evitando a monotonia e reduzir o excesso de longas jornadas<br />
- Melhorar a qualidade das relações sociais e investir no aperfeiçoamento profissional e pessoal, são outras possibilidades a serem consideradas<br />
- Desenvolver o autocontrole para enfrentar os problemas do cotidiano sem se envolver emocionalmente com eles<br />
- Aprender a se proteger psicologicamente das agressões e das cobranças<br />
- Aceitar suas próprias limitações e ser tolerante consigo mesmo e com os demais<br />
- Ser espontâneo e manter boas relações no trabalho <br />
- Trabalhe para viver, não viva para trabalhar</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/415/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=415&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Joao Paulo Bittencourt</media:title>
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		<title>Avante professores, ou &#8216;Porque choram os mestres&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 15:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; A cena apareceu, épica. Uma mulher, já de certa idade, rosto vincado,  roupas simples, acocorada num cando da Assembléia Legislativa de Santa  Catarina. Chorava. As lágrimas correndo soltas pela [...] Por Elaine Tavares – jornalista      [...] cara vermelha e  inchada. Num átimo, a câmera captou seu olhar. Era de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=409&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/tristeza_imagem.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-410" title="tristeza_imagem" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/08/tristeza_imagem.jpg?w=150&#038;h=117" alt="" width="150" height="117" /></a>A cena apareceu, épica. Uma mulher, já de certa idade, rosto vincado,  roupas simples, acocorada num cando da Assembléia Legislativa de Santa  Catarina. Chorava. As lágrimas correndo soltas pela [...]</p>
<p><em>Por Elaine Tavares – jornalista </em></p>
<p><em></em> </p>
<p><em><span id="more-409"></span></em></p>
<p><em></em> </p>
<p>[...] cara vermelha e  inchada. Num átimo, a câmera captou seu olhar. Era de uma tristeza  profunda, infinita, um desespero, uma desesperança, um vazio. Ali, na  casa do povo, a professora compreendia que o que menos vale é a vontade  das gentes. Acabava de passar no legislativo estadual o projeto do  governador Raimundo Colombo, que vai contra todas as propostas  defendidas pelos trabalhadores ao longo de dois meses de uma greve  fortíssima. Um ato de força. Uma Deputada chorava junto com  os professores, os demais sete deputados que votaram contra – a favor  dos trabalhadores &#8211; estavam consternados e, até certo ponto  envergonhados por seus colegas. Mas, esses, os demais, os 28 que votaram com o governo, não se escondiam. Sob os holofotes das câmeras davam  entrevistas, caras<br />
lavadas, dizendo que haviam feito o que era certo.  Puro cinismo.  </p>
<p>Na verdade o que aconteceu na Assembléia Legislativa foi o que sempre  acontece quando a truculência do poder se faz soberana. Atropelando  todos os ritos da democracia, o projeto do governador sequer passou por  comissões, foi direto à plenário. Foi um massacre. Porque é assim que é o legislativo nos países capitalistas, ditos “países livres e  democráticos“. Os que lá estão não representam o povo, representam  interesses de pequenos grupos, muito poderosos. São eleitos com o  dinheiro destes grupos. Aquela multidão que esperava ali fora – mais de  três mil professores – não era nada para os 28 deputados bem vestidos  que ganham mais de 20 mil por mês. Valor bem acima do que o piso que os  professores tantos lutam para ter, 1.800 reais. E estes senhores tampouco estão se lixando para os professores estaduais porque  certamente educam seus filhos em escolas particulares. Vitória,  bradavam. </p>
<p>Mas os nobres parlamentares não ficaram contentes com isso. Ao verem os  professores querendo se expressar, mandaram chamar a polícia de choque. E lá vieram os homens de preto com suas máscaras de gás, escudos e armas. Carga pesada para confrontar aqueles que educam seus filhos. Triste  cena de trabalhador contra trabalhador, enquanto os representantes da  elite se reflestelavam no ar condicionado. Por isso o olhar de desepero  da professora, lá no canto, acocorada, quase perdida de si mesma.  </p>
<p>Ao vê-la assim, tão fragilizada na dor, assomou de imediato em mim a lembrança da primeira professora, a mulher que mudou a minha vida. Foi ela quem me levou para a escola e abriu diante de mim o maravilhoso mundo do saber. Seu nome era Maria Helena. Naqueles dias de um  longínquo 1965, ela era uma garota linda que morava do lado da nossa  casa em São Borja (RS). Normalista das boas, ela não ensinava nas  escolas privadas da cidade. Seu projeto de vida se constituiu ensinando  nas escolas da periferia, com as crianças mais empobrecidas.  </p>
<p>Por morar ao lado da minha casa ela percebeu que eu, aos cinco anos de  idade, já sabia ler e escrever. Então, insistiu com minha mãe para que  eu fosse para a escola, porque ela acreditava firmemente que ali,  naquele ambiente, era onde se formavam as cabeças pensantes, onde se  descortinava o mundo. Imagino que ela fosse até meio freiriana (adepta  de Paulo Freire), por conta do seu modo de ensinar. Minha mãe relutou um pouco. A escola ficava longe, no bairro do Passo, e eu era tão pequena. Mas Maria Helena insistiu e venceu a batalha. </p>
<p>Assim, todas as tardes, mesmo nos mais aterradores dias do inverno gaucho eu  saia de casa, de mãos dadas com a minha professora Maria Helena e íamos  pegar o ônibus para o Passo. Numa cidade pequena como São Borja, só os  bem pobres andavam de ônibus e assim também já fui tomando contato com o povo trabalhador que ia fazer sua lida no bairro de maior efervescência na cidade. O Passo era onde estava a beira do rio Uruguai, onde ficava a balsa para a travessia para a Argentina, os armazéns que vendiam toda a sorte de produtos, as prostitutas, os mendigos, os pescadores, os  garotos sem famílias, as lavadeiras, enfim, uma multidão, entre  trabalhadores e desvalidos. O Passo era um universo popular.  </p>
<p>Maria Helena não me ensinou só a escrever, ela me ensinou a ler o mundo,  observando a realidade empobrecida do bairro, a luta cotidiana dos  trabalhadores, as dificuldades do povo mais simples. E mais, mostrou que ser professora era coisa muito maior do que estar ali a traçar  letrinhas. Era compromisso, dedicação, fortaleza, luta. Conhecia cada  aluno pelo nome e se algum faltava ela ia até sua casa saber o que  acontecia. Sabia dos seus sonhos, dos seus medos e nunca faltava um  sorriso, um afago, o aperto forte de mão. Com essa mulher aprendi tanto  sobre a vida, sobre as contradições de um sistema que massacra alguns  para que poucos tenham riquezas. E aqueles caminhos de ônibus até o  Passo me fizeram a mulher que sou.  </p>
<p>É esse direito que eu queria que cada criança pudesse ter: a  possibilidade de passar por uma professora ou um professor que seja mais do que um “funcionário“, mas uma criatura comprometida, guerreira,  capaz de ensinar muito mais do que o be-a-bá. Um criatura bem paga,  respeitada, amada e fundamental.  </p>
<p>Mas os tempos mudaram, os professores são mal pagos, desrespeitados,  vilipendiados, impedidos de conhecer seus alunos, obrigados a atuar em  duas ou três escolas para manterem suas próprias famílias. Não podem  comprar livros, nem ir ao cinema ou ao teatro. São peças do sistema que  oprime e espreme.  </p>
<p>Os professores de 2011, em Santa Catarina, são acossados pela tropa de  choque, porque simplesmente querem o direito de ver respeitada a lei. O  governador que não a cumpre descansa no palácio, protegido. Mas aqueles  homens e mulheres valentes, que decidiram lutar pelo que lhes é direito, enfrentaram os escudos da PM, o descaso, a covardia, a insensatez. E ao fazê-lo, estabelecem uma nova pedagogia (paidós = criança, agogé  =condução).  </p>
<p>Não sei o que vai ser. Se a greve acaba ou se continua. Na verdade, não  importa. O que vale é que esses professores já ensinaram um linda lição. Que um valente não se achica, não se entrega, não se acovarda. Que  quando a luta é justa, vale ser travada. Que se paga o preço pelo que é  direito.  </p>
<p>Tenho certeza que, aconteça o que acontecer, quando esses professores  voltarem à sala de aula, chegarão de cabeça erguida e alma em paz.  Porque fizeram o que precisava ser feito. Terão cada um deles essa  firmeza, tal qual a minha primeira professora, a Maria Helena, que mesmo nos mais duros anos da ditadura militar, seguiu fazendo o que  acreditava, contra todos os riscos. Oferecendo, na possibilidade do  saber, um mundo grandioso para o futuro dos seus pequenos. Não é coisa  fácil, mas esses, de hoje, encontrarão o caminho.  </p>
<p>Parabéns, professores catarinenses. Vocês são gigantes!<br />
   <br />
Existe vida no Jornalismo<br />
Blog da Elaine: www.eteia.blogspot.com<br />
América Latina Livre &#8211; www.iela.ufsc.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/409/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=409&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eles estão entre nós. Mas você os reconhece?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 18:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Marcelo Nakagawa 05/07/2011 &#8211; Na última semana fui ao Rio de Janeiro só para renovar meu visto para os Estados Unidos. Não consegui agendar em São Paulo, onde moro, mas tinha urgência pois preciso acompanhar alguns alunos em um curso na Babson College, a principal escola de empreendedorismo do mundo. Já no avião, fiquei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=404&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#3366ff;"><em>Por Marcelo Nakagawa</em></span></p>
<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/07/nakagawa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-405" title="nakagawa" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/07/nakagawa.jpg?w=150&#038;h=121" alt="" width="150" height="121" /></a>05/07/2011 &#8211; Na última semana fui ao Rio de Janeiro só para renovar meu visto para os Estados Unidos. Não consegui agendar em São Paulo, onde moro, mas tinha urgência pois preciso acompanhar alguns alunos em um curso na Babson College, a principal escola de empreendedorismo do mundo.</p>
<p>Já no avião, fiquei feliz com o lanche quente, a tela de LCD individual que só encontramos nos voos internacionais e principalmente com o&#8230;</p>
<p><span id="more-404"></span></p>
<p> ganchinho para pendurar o blazer.</p>
<p>Enquanto decidia entre um filme ou um episódio do The Big Bang Theory, fiquei imaginando o que seria do mundo sem os empreendedores. Um tirou o lanche quente e nos deu amendoins e barras de cereais e estávamos contentes.</p>
<p>Agora, outro traz de volta o lanche quente, cobra mais barato e ainda nos dá a opção de ficar refletindo sobre o significado de bazinga. Sem contar o super útil ganchinho.</p>
<p>Lembrei da teoria da visão seletiva na qual só vemos o que queremos ver. Um matemático vê a matemática em tudo e a quantidade de grávidas aumenta consideravelmente para outras grávidas.</p>
<p>Eu como professor e consultor de empreendedorismo, tendo a reconhecer meus alunos e empreendedores em diversas situações.</p>
<p>Pensava nisto enquanto tentava descobrir qual praia era aquela que estava a 8.500 metros abaixo do avião, quando o caderno do executivo do banco da frente caiu. Abaixo para pegar e devolvê-lo quando vejo na sua capa o logo da Amyris.</p>
<p>Fiquei espantado, pois estava pensando na minha visão seletiva naquele momento e a Amyris é uma das novas empresas com uma trajetória fascinante, desde a sua fundação pelos pesquisadores Kinkead Reiling, Neil Renninger e Jack Newman, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e aporte inicial da Fundação Bill &amp; Melinda Gates até os dias atuais em que a empresa é uma das líderes em combustíveis sintéticos. Devolvi o caderno e já era hora do avião pousar.</p>
<p>Depois de 3 horas de fila no consulado e 3 minutos de entrevista, lá estava eu de volta na fila do embarque pensando no motivo de ter trazido um blazer ao Rio de Janeiro, afinal ele ficou no ganchinho ou na minha mão o tempo todo. Mas aí vem a tal visão seletiva e lembro do Donald Fisher que junto com sua esposa Doris tinham criado a Gap, marca do meu blazer.</p>
<p>Como um casalzinho de San Francisco criou uma marca tão querida a ponto de causar uma celeuma quando mudaram o logotipo da empresa em 2010? Diante das críticas, retornaram ao antigo.</p>
<p>Quando levanto meus olhos para entregar o bilhete de embarque, noto um senhor de terno e gravata no meio das atendentes. Ele também estava verificando os documentos.</p>
<p>Ninguém dos mais de 100 passageiros nota nada de estranho e tratam o senhor como mais um que verifica um bilhete aéreo.</p>
<p>Mas a minha visão seletiva estava ligada. Fiz questão de passar por ele. Quando chegou a minha vez, perguntei: &#8220;O senhor não é o fundador da Avianca?&#8221; Muito gentilmente, conferiu o bilhete e meu RG e respondeu: &#8220;Não, senhor Marcelo. Sou apenas uma pessoa que está ajudando a conferir os bilhetes&#8221;.</p>
<p>No ônibus em direção à aeronave, digito &#8220;fundador Avianca&#8221; no Google Images. E não é que aparece o tal senhor? Mas ele estava certo. Não era o fundador. Mas era o dono. Mas eu ainda continuo vendo empreendedores e alunos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="635" border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div align="justify"><span style="font-family:Tahoma;color:#404040;font-size:x-small;">- Marcelo Nakagawa é consultor e professor de empreendedorismo e inovação</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family:Tahoma;color:#404040;font-size:xx-small;">Fonte: Jornal Brasil Econômico</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/404/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=404&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Você reúne as competências da Era Conceitual?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na nova era, as competências tão valorizadas no século 20 deixaram de ser as mais importantes. O “efeito-Ásia” é um dos movimentos da economia mundial que impulsionam mudanças que afetam nosso modo de trabalhar e nossa capacidade de sobreviver. Entramos na Era Conceitual, tempo em que aqueles que são criativos e têm capacidade de empatia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=398&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/07/destaque_daniel_pink_03.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-399" title="destaque_Daniel_Pink_03" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/07/destaque_daniel_pink_03.jpg?w=150&#038;h=67" alt="" width="150" height="67" /></a>Na nova era, as competências tão valorizadas no século 20 deixaram de ser as mais importantes. O “efeito-Ásia” é um dos movimentos da economia mundial que impulsionam mudanças que afetam nosso modo de trabalhar e nossa capacidade de sobreviver.</p>
<p><span id="more-398"></span></p>
<p>Entramos na Era Conceitual, tempo em que aqueles que são criativos e têm capacidade de empatia são os personagens centrais. Esse foi O ponto principal da palestra realizada por Daniel Pink no Fórum HSM Inovação &amp; Crescimento, realizado nos dias 28 e 29 de junho. Conhecido por instigar as pessoas a não pensarem de maneira convencional, o consultor começou sua apresentação oferecendo um panorama sobre os movimentos globais que mudam a natureza do trabalho e impactam a sobrevivência de indivíduos e organizações.</p>
<p>Pink recordou como era a visão de futuro na segunda metade do século 20: “Nasci em uma família de classe média norte-americana. Meus pais me deram conselhos que pais em muitos países do mundo também davam aos seus filhos: ‘Estude, tire boas notas e escolha uma carreira que lhe dê estabilidade econômica, como engenharia, direito ou contabilidade’”. Foi assim que ele optou por direito, mas nunca exerceu a profissão.</p>
<p>Para seguir a recomendação dos pais do século passado, era preciso desenvolver um conjunto de competências que ainda são importantes no mundo atual – mas não suficientes, nem tampouco as mais importantes. “No entanto, em muitos países, essas novas competências ainda não são muito valorizadas”, comentou o palestrante.<br />
<strong>Uma metáfora para a nova ordem</strong><br />
Pink escolheu a metáfora do cérebro humano para explicar o que acontece no mercado de trabalho do Brasil e de todo o mundo depois da grande crise iniciada em 2008. “Embora usemos os dois hemisférios do cérebro em tudo o que fazemos, ainda trabalhamos com a ideia de que cada lado seja um departamento diferente do outro. Em poucas palavras, enquanto o direito processa tudo de uma única vez, realizando sínteses, o esquerdo funciona em atividades sequenciais, realizando análise”, resumiu o consultor.</p>
<p>Transmitida a imagem, a analogia principal foi apresentada: antigamente, a competência mais importante de qualquer empresa eram características do hemisfério esquerdo, que é lógico, linear, sequencial. Ainda que determinem competências essenciais, as competências características do lado direito são as mais valorizadas hoje, tanto no nível do desempenho individual como organizacional ou até de países. São elas que definem, por exemplo, quem será promovido e quais economias vão prosperar.</p>
<p><strong>Vetores de mudança.</strong><br />
Pink identificou três forças muito poderosas que fazem com que o mundo penda para as competências do lado direito do cérebro: Ásia, automação e abundância.</p>
<p>Quando se refere à Ásia, o palestrante trata de um fenômeno que é muito evidente na Índia, onde há, por exemplo, cada vez mais jovens que desenvolvem softwares para empresas norte-americanas. “Em Washington, um jovem seria remunerado em US$ 70 mil por ano. Na Índia, eles recebem menos de um terço desse valor”.</p>
<p>Na visão de Pink, os fornecedores de baixo custo orientais afetarão muito a vida no Ocidente, e esse efeito é ainda desconhecido, mas ele citou alguns fatores de alto impacto, como a grande vantagem da Índia: 1 bilhão de habitantes. “Se apenas 15% dos indianos forem talentosos e ambiciosos e pertencerem à classe média, já serão 150 milhões de pessoas”, calculou.</p>
<p>A comparação foi feita com os Estados Unidos: somando todos os trabalhadores remunerados dos Estados Unidos, temos 140 milhões de pessoas. “Ainda que 85% dos indianos fiquem para trás, haverá mais indianos talentosos e educados do que pessoas trabalhando na maior economia do mundo.” Além disso, na Índia, há mais pessoas que falam inglês, a língua universal dos negócios do que nos Estados Unidos. “Um indiano pode falar com o Brasil, onde também muita gente fala inglês, praticamente de graça, pelo Skype”.</p>
<p>Nas economias mais avançadas, há uma palavra que vem sendo rechaçada: “rotina”. Assim, quando o trabalho é rotineiro (segue um roteiro, contém várias etapas, tem uma resposta certa), ele já não tem valor. Resultado: migra para qualquer parte do mundo onde possa ser feito de maneira mais barata. “Já vimos isso acontecer com a manufatura, agora vemos no desenvolvimento de softwares”.</p>
<p>Continue acompanhando a cobertura da palestra de Daniel Pink e conheça as duas outras forças impulsionadoras da mudança e as competências valorizadas na Era Conceitual.</p>
<p>Portal HSM<br />
29/06/2011</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/398/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=398&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reafirmando a admiração por Paulo Renato</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 14:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Paulo Bittencourt</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[30/06/2011 &#8211; Poucos políticos brasileiros fizeram tanto para mudar o Brasil quanto ele no período como ministro da Educação; fica o legado de grande homem Estava chovendo e fazendo muito frio em São Paulo quando um grupo de amigos próximos esteve ao lado do professor Paulo Renato de Souza no momento em que seu corpo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=393&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/06/paulo-renato1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-394" title="paulo-renato1" src="http://joaopaulobittencourt.files.wordpress.com/2011/06/paulo-renato1.jpg?w=150&#038;h=93" alt="" width="150" height="93" /></a>30/06/2011 &#8211; Poucos políticos brasileiros fizeram tanto para mudar o Brasil quanto ele no período como ministro da Educação; fica o legado de grande homem<br />
<span id="more-393"></span><br />
Estava chovendo e fazendo muito frio em São Paulo quando um grupo de amigos próximos esteve ao lado do professor Paulo Renato de Souza no momento em que seu corpo era colocado sob a terra do cemitério do Morumbi. Todos ali sabiam que poucos políticos brasileiros fizeram tanto para mudar o Brasil quanto ele como ministro da Educação.</p>
<p>Em 1995, quando chegou ao ministério, o Brasil tinha 91% de crianças na escola, o sistema educacional se recusava a adotar sistemas de avaliação e o financiamento da educação fundamental não tinha quase nada de recurso federal. Ainda, o ensino superior tinha 1,7 milhão de alunos, o programa do livro didático distribuía 57 milhões de livros e a Bolsa Escola começava como um programa local no Distrito Federal, depois de ser lançada no meu livro &#8220;A Revolução nas Prioridades&#8221;.</p>
<p>Quando ele saiu do ministério, no final de 2002, o Brasil tinha 97% das crianças na escola; o Fundef (Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental), que ele criou, investia R$ 22 bilhões a mais na educação; a Bolsa Escola tinha sido levada a todo o Brasil, beneficiando 8 milhões de alunos; o MEC distribuía 120 milhões de livros, e o Brasil dispunha de três elementos para a avaliação da educação: o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o &#8220;Provão&#8221;.</p>
<p>O sistema universitário havia saltado para 3,1 milhões de alunos, por intermédio de uma enorme expansão do setor privado. Graças ao governo Lula, com o ministro Fernando Haddad, o Fundef se transformou em Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), o Bolsa Escola, em Bolsa Família, o Saeb, em Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).<br />
A ampliação no número de alunos do ensino superior ganhou o ProUni, com o que ficou possível aos jovens, mesmo sem renda familiar, dispor de faculdades.<br />
O Brasil passou a ter piso salarial e leis de obrigatoriedade de vagas na escola aos quatro anos (lei nº 11.700/ 2008) e até o final do ensino médio (lei nº 12.061/2009). Mas Paulo Renato deu o salto.</p>
<p>Além das marcas na educação brasileira, há outras, como reitor da Unicamp e como secretário de Educação do Estado de São Paulo. No BID, em Washington, participou do esforço de investimento em educação na América Latina. </p>
<p>Pessoalmente, tive o privilégio de conviver com ele, na condição de reitores contemporâneos, militantes da mesma causa, embora às vezes com propostas diferentes. Tenho por ele a gratidão por ter acatado a sugestão que fiz, desde a transição de governos, em 1994, de levar a Bolsa Escola para o Brasil.<br />
Sobretudo, tenho reconhecimento por manter o mesmo nome que adotei no Distrito Federal para esse programa.</p>
<p>No final do último sábado, dia 25, Paulo Renato nos deixou, de repente, no meio de uma confraternização, parou de existir, mas ficou seu legado de um grande homem público e de um grande ser humano.</p>
<p>E a certeza de que há muito ainda por fazer, como os desafios de erradicar o analfabetismo e de transformar a universalização da matrícula em universalização da conclusão do ensino médio com qualidade.</p>
<p>É preciso fazer a revolução da qualidade de todas as escolas e da igualdade no acesso pela federalização da educação de base, única forma de quebrar a vergonha e a ineficiência nacional da desigualdade no acesso à educação, e promover uma verdadeira reforma, que adapte nosso ensino superior às exigências dos tempos atuais. Essa revolução ainda não feita deve ser a bandeira dos que conheceram suas ideias, seu papel e que reafirmam a admiração por ele.</p>
<p>- CRISTOVAM BUARQUE doutor em economia, é professor da UnB (Universidade de Brasília) e senador pelo PDT-DF. Foi reitor da UnB (1985-1989), governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98) e ministro da Educação (2003-04). É autor, entre outras obras, de &#8220;A Segunda Abolição&#8221;.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/joaopaulobittencourt.wordpress.com/393/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=joaopaulobittencourt.wordpress.com&amp;blog=7668301&amp;post=393&amp;subd=joaopaulobittencourt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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